Geopolítica · NanoIris

O impacto de cada evento no seu setor

Acordos comerciais, tarifas, sanções, eleições: para cada evento, uma guia simples por setor com o que muda, quando, as oportunidades e os riscos para quem produz no Brasil. Com os números oficiais do comércio exterior e das empresas. Grátis.

Eventos

Regulamento europeu · fase definitiva desde 1º de janeiro de 2026

CBAM: o que é a taxa de carbono da União Europeia, prazos e o custo em cada setor

Desde 1º de janeiro de 2026, quem importa na União Europeia aço, ferro, alumínio, cimento, fertilizantes e hidrogênio paga pelas emissões de carbono desses produtos, com certificados que acompanham o preço do carbono europeu. As importações de 2026 serão pagas até 30 de setembro de 2027. Veja quanto pesa no seu setor e o que fazer.

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Regulamento europeu · obrigatório a partir de 30 de dezembro de 2026

EUDR: o que é a lei europeia antidesmatamento, prazos e o que muda em cada setor

A partir de 30 de dezembro de 2026, quem vende à União Europeia soja, café, carne bovina, cacau, madeira, móveis, papel, borracha e óleo de palma precisa provar, com as coordenadas da área de produção, que o produto não vem de área desmatada depois de 2020. Veja o que muda no seu setor e o que preparar.

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Acordo comercial · Islândia desde 1º/10/2026, Noruega desde 1º/11/2026

Acordo Mercosul–EFTA: o que é a EFTA, quando entra em vigor e o impacto em cada setor

O acordo de livre comércio entre Mercosul e EFTA (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) já vale com a Islândia e, a partir de 1º de novembro de 2026, com a Noruega. Na Suíça depende de um referendo. Os produtos industriais brasileiros entram sem tarifa desde o primeiro dia; o Brasil corta as suas tarifas aos poucos, em até 15 anos. Veja o que muda no seu setor.

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Tarifaço · Seção 301 · em vigor desde julho de 2026

Tarifaço dos EUA 2026 (Seção 301): produtos isentos e o impacto em cada setor

Desde julho de 2026 os produtos brasileiros pagam nos EUA duas sobretaxas da Seção 301, que se somam: 25% só para o Brasil e 12,5% da ação sobre trabalho forçado. Cada uma tem a sua lista de exceções. Veja quanto do seu setor paga, o que está isento e o que fazer.

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Acordo comercial · em vigor desde 1º de maio de 2026

Acordo Mercosul–União Europeia: resumo, vantagens e desvantagens e o impacto em cada setor

O acordo provisório de comércio entre Mercosul e União Europeia vale desde 1º de maio de 2026. As tarifas caem aos poucos, em prazos que vão de imediato a 15 anos, e alguns produtos ficam de fora. Veja o que muda no seu setor, quando, e quem são os concorrentes europeus.

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Eleição · 2º turno em 25 de outubro de 2026

Eleição presidencial 2026: o que muda para cada setor

Depois do resultado oficial do 2º turno, a NanoIris publica uma guia por setor sobre o que o plano de governo do candidato eleito, registrado no TSE, pode mudar para quem produz no Brasil: impostos, crédito, comércio exterior e regras do setor. O estudo estará disponível a partir de 26 de outubro.

Disponível a partir de 26 de outubroVer o estudo →

Guias disponíveis

Guia gratuitaRisco

CBAM (carbono): o que muda para aço e ferro

Desde 1º/1/2026, quem importa aço e ferro brasileiro para a União Europeia paga certificados de carbono pelas emissões do produto, e a primeira conta vence em 30/9/2027. Quem não entregar emissões verificadas ao comprador europeu será calculado pelo valor-padrão com acréscimo, e esse custo tende a voltar para o preço que você recebe.

Export. UE 2025: US$ 1,6 bi15 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

CBAM (carbono): o que muda para alumínio

Desde 1º/1/2026, quem importa alumínio para a União Europeia paga pelas emissões de carbono do produto. Quem produz no Brasil não paga nada diretamente, mas quem mede e comprova as próprias emissões tende a negociar melhor com o comprador europeu.

Export. UE 2025: US$ 251 mi14 códigos no Anexo I
Guia gratuitaImpacto baixo

CBAM (carbono): o que muda para fertilizantes

Desde 1º de janeiro de 2026, quem importa adubos nitrogenados, amônia, ácido nítrico e nitrato de potássio para a União Europeia paga pelo carbono embutido nesses produtos. O Brasil vendeu pouco desses produtos à UE em 2025, mas quem exporta ou quer exportar precisa organizar os dados de emissões agora.

Export. UE 2025: US$ 2,8 mi5 códigos no Anexo I
Guia gratuitaImpacto baixo

CBAM (carbono): o que muda para cimento

Desde 1º de janeiro de 2026, o importador europeu de cimento, clínquer e argila calcinada paga pelas emissões de carbono desses produtos. O Brasil exportou pouco cimento à UE em 2025, mas o custo por tonelada é alto e pode pesar em qualquer negócio novo com compradores europeus.

Export. UE 2025: US$ 368 mil6 códigos no Anexo I
Guia gratuitaImpacto baixo

CBAM (carbono): o que muda para hidrogênio

Desde 1º/1/2026, o hidrogênio (NC 2804 10 00) que entra na União Europeia paga pelas emissões de carbono incorporadas no produto. Hoje o impacto direto é baixo, porque o Brasil não exportou hidrogênio para a UE em 2025. Para quem pensa em exportar, porém, o custo pode ser muito alto se faltarem dados de emissão próprios e verificados.

Export. UE 2025: US$ 01 códigos no Anexo I
Guia gratuitaRisco

EUDR (desmatamento): o que muda para soja, óleo e farelo

A partir de 30/12/2026, a soja em grão, o farelo e o óleo de soja só poderão ser vendidos na União Europeia com prova de que vêm de área sem desmatamento após 31/12/2020, com a geolocalização de cada parcela. O importador europeu é quem declara, mas ele vai depender dos dados que você fornecer.

Export. UE 2025: US$ 6,5 bi4 códigos no Anexo I
Guia gratuitaRisco

EUDR (desmatamento): o que muda para carne bovina

A partir de 30/12/2026, a carne bovina brasileira só entra na União Europeia se o importador provar que ela não vem de área desmatada depois de 31/12/2020 e que foi produzida dentro da lei. Para isso, ele vai pedir a você a localização de todas as fazendas por onde cada animal passou, e não só a da última.

Export. UE 2025: US$ 1,0 bi8 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para café

A partir de 30 de dezembro de 2026, o café em grão, torrado ou descafeinado só entra na União Europeia com prova de que veio de área sem desmatamento depois de 31/12/2020 e de que foi produzido conforme a lei brasileira. O café solúvel entra na lista e passa a ser exigido a partir de 30 de dezembro de 2027.

Export. UE 2025: US$ 7,4 bi2 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para celulose e papel

A partir de 30/12/2026, celulose e papel de fibra virgem só entram no mercado europeu se o importador provar que a madeira não veio de área desmatada depois de 31/12/2020 e que foi produzida de forma legal. Quem vai fornecer essas provas na prática é você, o exportador brasileiro.

Export. UE 2025: US$ 2,3 bi2 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para madeira e produtos de madeira

A partir de 30/12/2026, madeira e produtos de madeira só podem ser vendidos na União Europeia com prova de que não vêm de área desmatada ou degradada depois de 31/12/2020 e de que foram produzidos de forma legal. Quem declara é o importador europeu, mas é você quem fornece as provas: geolocalização das parcelas, datas, espécies e documentos de legalidade.

Export. UE 2025: US$ 672 mi22 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para óleo de palma (dendê)

A partir de 30/12/2026, o óleo de palma, o palmiste e vários derivados de dendê só entram na União Europeia se o importador provar que vêm de terra sem desmatamento depois de 31/12/2020. Outros derivados, como glicerol bruto, sabões e várias preparações químicas, entram na lista em 30/12/2027.

Export. UE 2025: US$ 72 mi28 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para cacau e chocolate

A partir de 30/12/2026, cacau, pasta, manteiga, pó e chocolate só entram na União Europeia se o importador provar que vieram de terra sem desmatamento depois de 31/12/2020, com a localização de cada roça. Quem exporta cacau em pó e manteiga de cacau precisa se organizar agora; para a maioria das microempresas de chocolate, o impacto direto é pequeno.

Export. UE 2025: US$ 72 mi6 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para móveis de madeira

A partir de 30/12/2026, móveis e assentos de madeira só entram na União Europeia se o importador provar que a madeira não veio de área desmatada ou degradada depois de 31/12/2020 e que foi produzida dentro da lei brasileira. Quem exporta precisa entregar ao cliente europeu a geolocalização das áreas de origem da madeira, as datas e as provas de legalidade.

Export. UE 2025: US$ 71 mi7 códigos no Anexo I
Guia gratuitaOportunidades e riscos

EUDR (desmatamento): o que muda para borracha e pneus

A partir de 30/12/2026, borracha natural, pneus novos e outros artigos de borracha de seringueira só poderão ser vendidos na UE com prova de que não vêm de área desmatada depois de 31/12/2020 e de que foram produzidos dentro da lei. Quem faz a declaração é o importador europeu, mas é você quem precisa entregar a ele os dados de origem, a começar pela geolocalização das parcelas.

Export. UE 2025: US$ 55 mi10 códigos no Anexo I
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para medicamentos e farmacêutico

O Brasil importou US$ 1.114,4 milhões em produtos farmacêuticos da EFTA em 2025 e exportou só US$ 4,6 milhões. Quase tudo isso passa pela Suíça, onde o acordo ainda não vale. Quando valer, a concorrência suíça no Brasil fica mais barata aos poucos, até 2041.

Export. EFTA 2025: US$ 4,6 miImport. EFTA: US$ 1,1 bi
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para plásticos e borracha

O acordo Mercosul–EFTA já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026. Lá, plásticos e borrachas brasileiros entram com tarifa zero, mas a Suíça, principal cliente do setor no bloco, ainda não aplica o acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 13 miImport. EFTA: US$ 101 mi
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para pescados e frutos do mar

O acordo já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026. Seus peixes, crustáceos e conservas entram sem tarifa nesses dois países. No Brasil, a tarifa de 9% sobre muitos pescados da EFTA cai aos poucos até zerar em 2030 ou 2034.

Export. EFTA 2025: US$ 483 milImport. EFTA: US$ 109 mi
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para chocolate, cacau e doces

O setor exporta muito pouco para a EFTA (US$ 0,2 milhão em 2025) e importa bem mais (US$ 36,9 milhões), quase tudo da Suíça. O principal efeito do acordo será a entrada de chocolate suíço com desconto, mas só dentro de cotas e só quando o acordo valer para a Suíça, o que ainda não aconteceu.

Export. EFTA 2025: US$ 159 milImport. EFTA: US$ 37 mi
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para máquinas e equipamentos

As máquinas brasileiras (capítulo 84) entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Noruega comprou US$ 163,0 milhões do setor em 2025. No Brasil, a tarifa sobre máquinas da EFTA cai devagar: a maior parte das importações só fica sem tarifa em 2035–2036, e a Suíça, maior fornecedora, ainda está fora do acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 177 miImport. EFTA: US$ 412 mi
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para equipamentos médicos e instrumentos

Equipamentos médicos e instrumentos do capítulo 90 entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Suíça, que comprou US$ 45,4 milhões dos US$ 52,3 milhões exportados pelo setor à EFTA em 2025, ainda não aplica o acordo, e as tarifas do Brasil sobre produtos da EFTA caem aos poucos, a maior parte até 2036.

Export. EFTA 2025: US$ 52 miImport. EFTA: US$ 312 mi
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para aço, siderurgia e metais

Aço, ferro, alumínio, cobre, níquel, zinco e outros metais brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Suíça, principal destino do setor, ainda não aplica o acordo. Ao mesmo tempo, o Brasil vai cortar aos poucos as tarifas sobre níquel, ferroligas, parafusos e conexões vindos da EFTA.

Export. EFTA 2025: US$ 70 miImport. EFTA: US$ 146 mi
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para eletroeletrônicos

Os produtos brasileiros do capítulo 85 entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil, a tarifa sobre os eletroeletrônicos desses países cai devagar, e a Suíça, de onde vem a maior parte das importações do setor, ainda não aplica o acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 34 miImport. EFTA: US$ 127 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para produtos químicos e fertilizantes

Os produtos químicos e fertilizantes brasileiros (capítulos 28, 29, 31, 32 e 38) entram sem imposto na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil, a maior parte do que vem da EFTA já não pagava tarifa, e o restante cai aos poucos até 2041. A Suíça, de onde vem a maior parte das importações, ainda não aplica o acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 1,2 biImport. EFTA: US$ 1,2 bi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para café

O café brasileiro entra sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Noruega foi o destino de US$ 105,6 milhões dos US$ 133,1 milhões que o setor exportou à EFTA em 2025. Na Suíça, que vende café ao Brasil, nada muda por enquanto, e a tarifa brasileira sobre o café europeu cai devagar, até 2034 ou 2036.

Export. EFTA 2025: US$ 133 miImport. EFTA: US$ 48 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para petróleo e combustíveis

Os combustíveis e derivados de petróleo do capítulo 27 são tratados como produtos industriais e entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil quase nada muda na concorrência, porque 99% do que o setor importou da EFTA em 2025 já pagava tarifa zero.

Export. EFTA 2025: US$ 141 miImport. EFTA: US$ 10 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para fumo e tabaco

O acordo Mercosul–EFTA já vale na Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026, com tabaco brasileiro isento nos dois países. O principal cliente do setor, a Suíça, ainda não aplica o acordo, porque ele depende de um referendo.

Export. EFTA 2025: US$ 78 miImport. EFTA: US$ 2,9 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para soja, milho e grãos

Em 2025, todo o valor que o setor vendeu aos países da EFTA foi para a Noruega, onde o acordo vale a partir de 1º/11/2026. O Brasil não importou nada do setor desses países, então o acordo traz para você mais chance de vender do que concorrência nova.

Export. EFTA 2025: US$ 46 miImport. EFTA: US$ 0
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para carne de frango e suína

O acordo Mercosul–EFTA abre cotas com tarifa zero para carne de aves e suína na Noruega a partir de 1º/11/2026 e, mais tarde, na Suíça, que é o principal comprador do setor. No Brasil, o risco de concorrência é baixo, porque as importações do setor vindas da EFTA foram nulas em 2025.

Export. EFTA 2025: US$ 40 miImport. EFTA: US$ 0
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para couro e artefatos de couro

Quase todas as vendas do setor à EFTA vão para a Noruega, e lá couros e artefatos de couro entram sem tarifa a partir de 1º/11/2026. A concorrência da EFTA no Brasil é pequena, e a maior parte dela vem da Suíça, onde o acordo ainda não vale.

Export. EFTA 2025: US$ 13 miImport. EFTA: US$ 1,3 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para frutas e sucos

O setor de frutas e sucos vendeu US$ 11,1 milhões aos países da EFTA em 2025 e comprou só US$ 0,1 milhão deles. O acordo já vale na Islândia e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026, o principal destino do setor. Na Suíça, o benefício ainda depende de um referendo.

Export. EFTA 2025: US$ 11 miImport. EFTA: US$ 96 mil
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para madeira e produtos de madeira

Todo o capítulo 44 (madeira e artigos de madeira) entra sem imposto de importação nos países da EFTA a partir do primeiro dia de vigência. Hoje isso vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, na Noruega. Na Suíça, que concentra a maior parte das vendas do setor ao bloco, o acordo ainda não está em vigor.

Export. EFTA 2025: US$ 9,2 miImport. EFTA: US$ 1,2 mi
Guia gratuitaOportunidade

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para carne bovina

O acordo abre cotas sem tarifa para a carne bovina brasileira na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, o acordo prevê uma cota de 3.000 t, mas ele ainda não está em vigor por lá. O Brasil não importou carne bovina da EFTA em 2025, por isso a concorrência no mercado interno é quase nula.

Export. EFTA 2025: US$ 6,9 miImport. EFTA: US$ 0
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para joias, ouro e pedras preciosas

Em 2025, o setor exportou US$ 1.566,4 milhões para os países da EFTA. Todo esse valor foi para a Suíça e quase todo era ouro em formas brutas, mas na Suíça o acordo ainda não vale. Na Islândia (desde 1º/10/2026) e na Noruega (a partir de 1º/11/2026), os produtos do capítulo 71 já entram isentos, mas hoje o setor não vende nada para esses dois países.

Export. EFTA 2025: US$ 1,6 biImport. EFTA: US$ 11 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para aeronaves e aeroespacial

O acordo isenta de tarifa os produtos do capítulo 88 (aeronaves, drones e peças) nos países da EFTA. Ele já vale na Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein ainda não há data. No Brasil, a tarifa sobre aeronaves e peças da EFTA já era zero, e o acordo apenas garante que ela continue assim.

Export. EFTA 2025: US$ 1,8 miImport. EFTA: US$ 61 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para mineração

Minérios e produtos minerais brasileiros (capítulos 25 e 26) entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Mas quase toda a exportação do setor à EFTA vai para a Suíça, onde o acordo ainda não vale.

Export. EFTA 2025: US$ 49 miImport. EFTA: US$ 1,7 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cosméticos, perfumaria e higiene

O acordo já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e vale com a Noruega a partir de 1º/11/2026. Mas quase todo o comércio do setor com a EFTA é com a Suíça, onde o acordo ainda não está em vigor, e o Brasil vai reduzir as tarifas sobre cosméticos suíços devagar, em alguns casos até 2041.

Export. EFTA 2025: US$ 3,1 miImport. EFTA: US$ 31 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para açúcar e etanol

Em 2025 o setor de açúcar e etanol exportou US$ 23,7 milhões aos países da EFTA, e US$ 23,4 milhões foram para a Suíça, onde o acordo ainda não vale e onde quase todo o açúcar ficou fora das concessões. Na Islândia (desde 1º/10/2026) e na Noruega (a partir de 1º/11/2026) há linhas isentas, mas são mercados em que o Brasil vende pouco hoje.

Export. EFTA 2025: US$ 24 miImport. EFTA: US$ 15 mil
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para automóveis e autopeças

Veículos e autopeças brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, que é o principal destino do setor, o benefício ainda não chegou, e no Brasil as peças vindas da EFTA ficam mais baratas aos poucos, a maioria só até 2034 ou 2036.

Export. EFTA 2025: US$ 733 milImport. EFTA: US$ 20 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para têxteis e confecções

Os países da EFTA zeram desde o primeiro dia a tarifa sobre têxteis e roupas brasileiras, mas o acordo hoje só vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, na Noruega. A Suíça, que concentra quase todo o comércio do setor com a EFTA, ainda não aplica o acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 1,4 miImport. EFTA: US$ 9,9 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para celulose e papel

Papel e celulose brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, que em 2025 recebeu quase todas as vendas do setor ao bloco, o acordo ainda não vale, e no Brasil a tarifa sobre o papel europeu cai devagar: a maior parte só zera em 2034.

Export. EFTA 2025: US$ 1,1 miImport. EFTA: US$ 9,7 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para vidro, cerâmica e materiais de construção

O acordo zera a tarifa dos países da EFTA para vidro, cerâmica, pedras e outros produtos dos capítulos 68, 69 e 70, mas hoje isso só vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, também na Noruega. O comércio do setor com a EFTA é pequeno e quase todo com a Suíça, onde o acordo ainda não vale. Por isso o efeito imediato é baixo.

Export. EFTA 2025: US$ 2,7 miImport. EFTA: US$ 6,8 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para óleos vegetais e azeite

O comércio do setor com a EFTA é pequeno. Em 2025 foram US$ 2,2 milhões em exportações, quase tudo para a Noruega, e US$ 5,2 milhões em importações, todas da Suíça. O acordo já vale na Islândia, passa a valer na Noruega em 1º/11/2026 e ainda não vale na Suíça, de onde vem a concorrência.

Export. EFTA 2025: US$ 2,2 miImport. EFTA: US$ 5,2 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para brinquedos e artigos esportivos

Seus brinquedos e artigos esportivos (capítulo 95) já entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e entram na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein o acordo ainda não vale, e o comércio do setor com esses países é pequeno nos dois sentidos.

Export. EFTA 2025: US$ 63 milImport. EFTA: US$ 5,1 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para móveis

Os móveis brasileiros (capítulo 94) entram sem tarifa nos países da EFTA onde o acordo já vale: na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. O impacto é baixo porque o comércio do setor com o bloco é pequeno e quase todo com a Suíça, onde o acordo ainda não vale.

Export. EFTA 2025: US$ 776 milImport. EFTA: US$ 1,1 mi
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para massas, biscoitos e panificados

O acordo já vale com a Islândia e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026, mas o comércio do setor com a EFTA é pequeno e passa quase todo pela Suíça, onde o acordo ainda não vigora. Na exportação, a Islândia isenta todas as linhas do setor. No Brasil, a maior parte das importações da EFTA continua sem tarifa zero.

Export. EFTA 2025: US$ 292 milImport. EFTA: US$ 760 mil
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para calçados

O calçado brasileiro é tratado como produto industrial e entra isento na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, o maior comprador do setor entre os países da EFTA, o acordo ainda não vale. No Brasil, a maior parte do calçado europeu desse bloco continua protegida pela tarifa normal.

Export. EFTA 2025: US$ 680 milImport. EFTA: US$ 105 mil
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para laticínios e queijos

Para laticínios e queijos, o acordo Mercosul–EFTA abre pouco espaço de exportação: quase todos os lácteos ficaram fora na Islândia e na Noruega, e a Suíça ainda não aplica o acordo. No Brasil, a mozarela ficou excluída e os demais queijos da EFTA só têm desconto dentro de uma cota de 990 toneladas por ano para todo o Mercosul.

Export. EFTA 2025: US$ 291 milImport. EFTA: US$ 61 mil
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cachaça e destilados

Desde 1º/10/2026 a cachaça e os demais destilados brasileiros entram sem tarifa na Islândia, e a partir de 1º/11/2026 também na Noruega. O comércio do setor com esses países ainda é muito pequeno, e a Suíça, que compra a maior parte, ainda não aplica o acordo.

Export. EFTA 2025: US$ 77 milImport. EFTA: US$ 56
Guia gratuitaImpacto baixo

Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cervejas

A cerveja brasileira já entra sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e entrará sem tarifa na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein o acordo ainda não vale, e o comércio do setor com esses quatro países foi praticamente zero em 2025.

Export. EFTA 2025: US$ 37 milImport. EFTA: US$ 0
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Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para vinhos

O acordo Mercosul–EFTA já zera a tarifa sobre o vinho brasileiro na Islândia (desde 1º/10/2026) e zera na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, onde está a principal novidade para o setor, uma cota de 50.000 hl de vinho tinto sem tarifa, nada muda até o acordo entrar em vigor lá, e isso ainda depende de um referendo.

Export. EFTA 2025: US$ 30 milImport. EFTA: US$ 0
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Tarifaço dos EUA: o que muda para máquinas e equipamentos

Desde julho de 2026, a maior parte das máquinas brasileiras vendidas aos EUA paga duas sobretaxas que, somadas, dão 37,5% além da tarifa normal. Pela nossa estimativa, 71,0% do que o setor exportou aos EUA em 2025 está nessa faixa, e o governo americano negou os pedidos de isenção para máquinas.

Export. EUA 2025: US$ 3,3 bi71% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para eletroeletrônicos

Desde julho de 2026, a maior parte dos eletroeletrônicos brasileiros vendidos aos EUA paga a tarifa normal mais 37,5 pontos percentuais, incluindo os transformadores, principal produto do setor. Motores, geradores e chicotes só escapam se forem para uso aeronáutico civil, e a classificação final é a do importador americano.

Export. EUA 2025: US$ 1,6 bi61% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para madeira e produtos de madeira

Desde julho de 2026, a maior parte da madeira brasileira vendida aos EUA paga duas sobretaxas somadas: 25% e 12,5%. Portas, molduras de coníferas, compensados e MDF estão na faixa mais cara; a madeira serrada de coníferas deve estar na Seção 232, e a tropical perfilada paga só 12,5%.

Export. EUA 2025: US$ 1,3 bi81% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para vidro, cerâmica e materiais de construção

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor de vidro, cerâmica e materiais de construção vende aos EUA paga sobretaxa. Pelas estimativas, 40% das exportações de 2025 passaram a pagar 37,5% a mais e outros 55,9% pagam 12,5% a mais. Este guia mostra o que muda para você e o que fazer agora.

Export. EUA 2025: US$ 1,0 bi96% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para plásticos e borracha

Desde julho de 2026, a maior parte dos plásticos e da borracha que o Brasil vende aos EUA paga duas sobretaxas somadas, de 25% e 12,5%, além da tarifa normal. Pneus, o carro-chefe do setor nesse mercado, estão entre os produtos mais expostos. Por isso vale conferir se algum deles está na Seção 232 de autopeças.

Export. EUA 2025: US$ 852 mi83% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para açúcar e etanol

Desde julho de 2026, nenhum produto do setor de açúcar e etanol entra nos EUA livre das novas sobretaxas. O açúcar das linhas listadas paga 25%, e o etanol paga 37,5% (25% + 12,5%), além da tarifa normal.

Export. EUA 2025: US$ 396 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para equipamentos médicos e instrumentos

Desde julho de 2026, a maior parte dos equipamentos médicos que o Brasil vende aos EUA paga a tarifa normal mais 37,5 pontos. Os produtos que escapam são quase todos instrumentos de uso aeronáutico civil, e só escapam quando têm esse uso comprovado.

Export. EUA 2025: US$ 386 mi54% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para calçados

Desde julho de 2026, praticamente todo calçado brasileiro vendido aos EUA paga a tarifa normal mais 25% e mais 12,5%, ou seja, 37,5 pontos a mais. Não há exceção para o setor, e os pedidos de isenção feitos para calçados foram negados pelo governo americano.

Export. EUA 2025: US$ 213 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para móveis

Desde julho de 2026, a maior parte dos móveis brasileiros vendidos aos EUA paga a tarifa normal mais 37,5 pontos (25% + 12,5%). Só parte dos estofados e dos armários de cozinha deve ficar na Seção 232, que tem regras próprias.

Export. EUA 2025: US$ 200 mi82% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para fumo e tabaco

Desde julho de 2026, o fumo brasileiro que entra nos EUA paga duas sobretaxas da Seção 301 que se somam: 25% e 12,5%, além da tarifa normal. Pela nossa estimativa, nenhum produto do setor exportado aos EUA em 2025 está nas listas de exceção. Por isso o impacto é de risco, concentrado no Rio Grande do Sul.

Export. EUA 2025: US$ 195 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para cosméticos, perfumaria e higiene

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor de cosméticos, perfumaria e higiene vende aos EUA paga sobretaxa: 12,5% em boa parte dos óleos essenciais e 37,5% na maioria dos cosméticos prontos. Este guia mostra a situação de cada produto, os riscos e o que fazer agora.

Export. EUA 2025: US$ 162 mi93% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para têxteis e confecções

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor têxtil e de confecções vende aos EUA paga duas sobretaxas que se somam: 25% e 12,5%. Pela nossa estimativa, 74,4% do que o setor exportou aos EUA em 2025 está nessa situação, e só 0,1% ficaria livre de sobretaxa.

Export. EUA 2025: US$ 76 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para massas, biscoitos e panificados

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor de massas, biscoitos e panificados vende aos EUA paga a tarifa normal mais 37,5 pontos. Só a tapioca e alguns artigos específicos ficam livres, por isso vale conferir o código de cada produto agora.

Export. EUA 2025: US$ 68 mi92% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para óleos vegetais e azeite

Desde julho de 2026, os EUA cobram duas sobretaxas da Seção 301 sobre produtos do Brasil: 25% e 12,5%, que se somam. Pela nossa estimativa, todos os óleos e gorduras que o setor exportou aos EUA em 2025 caem na faixa mais alta, de tarifa normal + 37,5%.

Export. EUA 2025: US$ 42 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para carne de frango e suína

Desde julho de 2026, a carne suína, a carne de frango e os embutidos do Brasil pagam nos EUA duas sobretaxas que se somam: 25% e 12,5%, além da tarifa normal. Ao contrário do que parte da imprensa noticiou, o frango não está na lista oficial de exceções.

Export. EUA 2025: US$ 33 mi100% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para soja, milho e grãos

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor de grãos vende aos EUA paga 37,5 pontos de sobretaxa, somados à tarifa normal. O arroz do Rio Grande do Sul é o produto mais exposto. Só as sementes de milho e de soja têm alívio parcial e pagam 25 pontos.

Export. EUA 2025: US$ 17 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaRisco

Tarifaço dos EUA: o que muda para laticínios e queijos

Desde julho de 2026, os EUA cobram duas sobretaxas sobre produtos do Brasil: 25% e 12,5%, que se somam. Pela nossa estimativa, todos os laticínios e queijos que o Brasil vendeu aos EUA em 2025 pagam as duas, ou seja, a tarifa normal mais 37,5 pontos.

Export. EUA 2025: US$ 13 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaRisco

Tarifaço dos EUA: o que muda para brinquedos e artigos esportivos

Desde julho de 2026, quase tudo o que o setor de brinquedos e artigos esportivos vende aos EUA paga a tarifa normal mais 25% e mais 12,5%. Pela nossa estimativa, nenhum dos principais produtos do capítulo 95 está nas listas de exceção. Por isso, quem exporta precisa rever preço, contrato e classificação agora.

Export. EUA 2025: US$ 8,6 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaRisco

Tarifaço dos EUA: o que muda para cachaça e destilados

Desde 24/07/2026, cachaça, rum, vodca, gim e outros destilados brasileiros pagam nos EUA a tarifa normal mais 37,5 pontos (25% + 12,5%). As regras oficiais não mostram nenhuma exceção para o setor, então a conta cai em quem vende para lá. A negociação Brasil–EUA segue aberta, mas sem resultado até agora.

Export. EUA 2025: US$ 6,7 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaRisco

Tarifaço dos EUA: o que muda para vinhos

Desde 24/07/2026, praticamente todo vinho brasileiro que entra nos EUA paga a tarifa normal mais 37,5 pontos (25% + 12,5%), sem nenhuma exceção para o setor. O volume vendido aos EUA é pequeno, mas para a vinícola que já exporta para lá o aumento de custo é total.

Export. EUA 2025: US$ 1,2 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para celulose e papel

A celulose química branqueada de não coníferas, que é o grosso das vendas do setor aos EUA, está livre das duas novas sobretaxas americanas. Já a maior parte dos papéis, a celulose para dissolução, os sacos e os cadernos pagam a tarifa normal mais 37,5 pontos desde julho de 2026.

Export. EUA 2025: US$ 1,6 bi22% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para produtos químicos e fertilizantes

Desde julho de 2026, produtos químicos brasileiros podem pagar até 37,5 pontos de sobretaxa ao entrar nos EUA. Pela estimativa sobre as vendas de 2025, cerca de metade do setor está livre, mas uma parte relevante paga 12,5% ou 37,5%, e muitos químicos só ficam isentos quando têm uso farmacêutico.

Export. EUA 2025: US$ 1,3 bi36% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para automóveis e autopeças

Pela nossa estimativa, 95,1% do que o setor exportou aos EUA em 2025 deve cair na Seção 232 e não pagar as novas sobretaxas da Seção 301. Os outros 4,9%, como as motocicletas, pagam a tarifa normal mais 37,5 pontos. Essa divisão ainda precisa ser confirmada produto a produto, pelo código HTS.

Export. EUA 2025: US$ 547 mi5% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para mineração

Pela nossa estimativa, 86,5% do que a mineração brasileira vendeu aos EUA em 2025 paga hoje uma sobretaxa de 12,5%, 11,3% está livre e 2,2% paga 37,5%. O produto que mais pesa, a pelota de minério de ferro, escapou dos 25%, mas há uma dúvida no texto oficial sobre os 12,5% que você precisa acompanhar.

Export. EUA 2025: US$ 349 mi89% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para joias, ouro e pedras preciosas

O ouro bruto e semimanufaturado entra nos EUA sem sobretaxa. Já as pedras lapidadas, as joias, a bijuteria, os resíduos de metais preciosos e a prata pagam a tarifa normal mais 37,5 pontos, e as pedras em bruto pagam mais 12,5 pontos.

Export. EUA 2025: US$ 208 mi42% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para pescados e frutos do mar

Pela nossa estimativa, a maior parte do pescado que o Brasil vende aos EUA ficou fora da sobretaxa de 25%, mas paga a de 12,5% desde 24/07/2026. Uma parte menor, como o filé de tilápia congelado, paga as duas sobretaxas, ou seja, 37,5%.

Export. EUA 2025: US$ 189 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para chocolate, cacau e doces

Desde julho de 2026, os EUA cobram duas sobretaxas sobre produtos brasileiros: 25% e 12,5%, que se somam. No seu setor, os derivados de cacau (manteiga, pó e pasta) estão isentos. Balas, caramelos e chocolates prontos pagam 37,5 pontos a mais.

Export. EUA 2025: US$ 180 mi35% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para couro e artefatos de couro

Desde julho de 2026, quase todo o couro brasileiro vendido aos EUA paga uma sobretaxa de 12,5%, e os artefatos de couro, como cintos, bolsas e artigos de seleiro, pagam 37,5%. Veja quais produtos estão em cada situação, o que os primeiros meses mostram e o que fazer agora.

Export. EUA 2025: US$ 158 mi100% com sobretaxa
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Tarifaço dos EUA: o que muda para medicamentos e farmacêutico

Desde julho de 2026, os EUA cobram duas sobretaxas da Seção 301 sobre produtos do Brasil: 25% e 12,5%, que se somam. No setor farmacêutico, medicamentos em dose estão isentos, mas curativos, suturas e cimentos dentários pagam 37,5% a mais.

Export. EUA 2025: US$ 127 mi56% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para petróleo e combustíveis

Pela estimativa por posição de 6 dígitos, todo o petróleo e os combustíveis que o Brasil vendeu aos EUA em 2025 estão nas listas de exceção das duas sobretaxas da Seção 301, de 25% e de 12,5%. O risco está nos detalhes: o código HTS de 8 ou 10 dígitos, os limites de composição e produtos menores, como lubrificantes e misturas, que precisam ser conferidos um a um.

Export. EUA 2025: US$ 6,4 bi0% com sobretaxa
Guia gratuitaImpacto baixo

Tarifaço dos EUA: o que muda para aço, siderurgia e metais

Quase tudo o que o setor de aço e metais vende aos EUA deve estar na Seção 232. Por isso, não deve pagar as novas sobretaxas da Seção 301 (25% e 12,5%). O custo principal continua sendo a própria 232, e uma pequena parte de produtos fora dela pode pagar até 37,5% a mais.

Export. EUA 2025: US$ 6,3 bi0% com sobretaxa
Guia gratuitaImpacto baixo

Tarifaço dos EUA: o que muda para aeronaves e aeroespacial

Quase tudo o que o setor aeroespacial brasileiro vende aos EUA está fora das novas sobretaxas de 25% e 12,5%, mas só quando o uso final é aeronáutico civil. Se a documentação falhar ou o uso não for civil, o mesmo produto pode pagar a tarifa normal mais 37,5 pontos.

Export. EUA 2025: US$ 3,1 bi0% com sobretaxa
Guia gratuitaImpacto baixo

Tarifaço dos EUA: o que muda para café

Pela nossa estimativa, 100% do café que o Brasil vendeu aos EUA em 2025 está fora das duas sobretaxas da Seção 301 (25% e 12,5%). O risco agora está nos detalhes: o código HTS exato de cada produto, preparações com outros ingredientes e possíveis mudanças na negociação entre os dois países.

Export. EUA 2025: US$ 2,1 bi0% com sobretaxa
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Tarifaço dos EUA: o que muda para frutas e sucos

Quase tudo o que o setor de frutas e sucos vende aos EUA, a começar pelo suco de laranja e pela manga, está fora das novas sobretaxas americanas. A exceção são produtos como uva fresca, suco de maçã e misturas de frutas, que pagam 37,5 pontos a mais, e alguns itens isentos só em versões específicas.

Export. EUA 2025: US$ 1,7 bi2% com sobretaxa
Guia gratuitaImpacto baixo

Tarifaço dos EUA: o que muda para carne bovina

A carne bovina brasileira ficou de fora das duas sobretaxas americanas (25% e 12,5%) que vigoram desde julho de 2026. Pela estimativa por posição, 100% do que o setor vendeu aos EUA em 2025 está isento, mas é preciso confirmar o código HTS de cada produto e acompanhar a pressão contra essa isenção.

Export. EUA 2025: US$ 1,6 bi0% com sobretaxa
Guia gratuitaImpacto baixo

Tarifaço dos EUA: o que muda para cervejas

Desde julho de 2026, a cerveja de malte do Brasil paga nos EUA a tarifa normal mais duas sobretaxas que se somam: 25% e 12,5%. O setor exporta pouco para lá, cerca de US$ 0,4 milhão em 2025, mas quem vende aos EUA enfrenta a sobretaxa máxima em praticamente tudo.

Export. EUA 2025: US$ 381 mil100% com sobretaxa
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para têxteis e confecções

O Brasil vai zerar, em etapas anuais até 2036, tarifas de até 35% sobre tecidos, fios e roupas europeias. A Europa também zera as tarifas dela, mas elas já eram baixas, então para quem produz no Brasil a concorrência pesa mais do que o novo acesso ao mercado europeu.

145.711 empresas no BrasilImport. UE -6% · Export. UE +1%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para automóveis e autopeças

O Brasil importa da UE cerca de 17 vezes mais do que exporta neste setor: US$ 3.932,2 milhões contra US$ 226,6 milhões em 2025. A tarifa brasileira sobre autopeças e veículos europeus cai devagar, até 2036 ou 2041. Já a tarifa europeia sobre o produto brasileiro, que é baixa, zera antes.

12.959 empresas no BrasilImport. UE -7% · Export. UE -13%
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–UE: o que muda para laticínios e queijos

O acordo abre o Brasil aos queijos e ao leite em pó europeus só por cotas, que crescem ano a ano até o fim de dez anos. Mozarela, soro de leite e vários lácteos ficam fora, e exportar para a Europa continua difícil por exigências sanitárias, não só por tarifa.

12.661 empresas no BrasilImport. UE +5% · Export. UE +3%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para equipamentos médicos e instrumentos

Para vender à Europa, quase nada muda: a UE já cobrava tarifa zero ou muito baixa e agora zerou o resto. O efeito maior está no Brasil, onde a tarifa sobre aparelhos europeus cai aos poucos até 2036 ou 2041, e a concorrência europeia vai crescer.

11.562 empresas no BrasilImport. UE +5% · Export. UE -12%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para cervejas

Para a cerveja, o acordo funciona quase só em uma direção: a tarifa brasileira de 20% sobre a cerveja europeia cai aos poucos até zerar em 1º/1/2036, enquanto a UE já não cobrava tarifa da cerveja brasileira. Você tem cerca de dez anos para se preparar para uma concorrência europeia mais barata, que hoje ainda é pequena, de US$ 4,8 milhões em 2025.

2.511 empresas no BrasilImport. UE +24% · Export. UE +24%
Guia gratuitaRisco

Acordo Mercosul–UE: o que muda para medicamentos e farmacêutico

A UE já cobrava tarifa zero sobre quase todos os medicamentos brasileiros. A mudança grande acontece no Brasil: as tarifas sobre remédios europeus, de até 14% (18% em alguns artigos), caem aos poucos e chegam a zero entre 2030 e 2036.

1.241 empresas no BrasilImport. UE +15% · Export. UE +24%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para vinhos

O Brasil importou US$ 231,7 milhões em vinhos da União Europeia em 2025 e exportou só US$ 1,1 milhão para lá. Com o acordo, a tarifa brasileira sobre o vinho europeu em garrafa cai aos poucos até zerar em 1º/1/2034, enquanto o vinho brasileiro ganha acesso mais barato à Europa.

1.214 empresas no BrasilImport. UE +2% · Export. UE -69%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para aço, siderurgia e metais

Na exportação de aço e metais, o ganho é moderado, porque a União Europeia já cobrava tarifas baixas: em média 2,5%, ponderada pelo comércio. No mercado interno, a proteção brasileira é bem maior, de 14% a 18% em parafusos, conexões, tubos e obras de aço, e vai cair todo ano até zerar, em geral em 2036.

119.835 empresas no BrasilImport. UE +18% · Export. UE +41%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para massas, biscoitos e panificados

Massas alimentícias e panetone ficam fora do acordo: a tarifa brasileira de 16% a 18% sobre o produto europeu não cai. Já os biscoitos europeus vão chegar mais baratos aos poucos, até 2036 ou 2041, enquanto a UE zera em 1º/1/2033 a tarifa sobre quase todos os biscoitos, massas e tapioca do Brasil.

73.601 empresas no BrasilImport. UE +16% · Export. UE +22%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para móveis

Para exportar, o ganho é pequeno: a UE já cobrava pouco ou nada sobre o móvel brasileiro e zerou quase tudo em 1º/5/2026. No Brasil, a proteção de 18% cai devagar e some só entre 2036 e 2041. Móveis de madeira para quarto, cozinha e escritório ficam de fora e seguem com 18%.

60.130 empresas no BrasilImport. UE +21% · Export. UE -8%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para vidro, cerâmica e materiais de construção

A União Europeia já zerou em maio de 2026 a tarifa sobre pedras trabalhadas, ardósia e guarnições de fricção, os principais produtos brasileiros do setor vendidos para lá. No Brasil, a tarifa sobre o produto europeu cai devagar: a maior parte só chega a zero entre 2034 e 2036, e alguns itens de vidro ficam de fora.

55.533 empresas no BrasilImport. UE -0% · Export. UE +16%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para plásticos e borracha

Na Europa, pneus brasileiros já entram sem tarifa desde maio de 2026. Polietileno, filmes, embalagens e obras de plástico chegam a zero em 2030. No Brasil, a proteção contra o produto europeu cai devagar: a maior parte só zera em 2036, e vários itens nem entram no acordo.

25.735 empresas no BrasilImport. UE +12% · Export. UE +22%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para máquinas e equipamentos

Desde 1º de maio de 2026, a Europa zerou a tarifa sobre a maior parte das máquinas brasileiras: 69,0% do comércio de 2025 ficou livre de imediato, e outros 18,7% já entravam sem tarifa. No Brasil, a tarifa sobre máquinas europeias cai devagar. A maior parte só zera entre 2035 e 2041, e algumas NCMs ficam de fora.

24.130 empresas no BrasilImport. UE -21% · Export. UE +11%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para eletroeletrônicos

Desde 1º de maio de 2026, a União Europeia zerou a tarifa sobre a maior parte dos eletroeletrônicos que o Brasil exporta. Do lado brasileiro, a tarifa sobre o produto europeu cai devagar: a maioria zera só em 2036 ou 2041, e alguns itens, como disjuntores e grandes transformadores, ficam de fora.

14.266 empresas no BrasilImport. UE +6% · Export. UE +37%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para produtos químicos e fertilizantes

O acordo começou a valer em 1º de maio de 2026. A UE zera mais cedo as tarifas sobre o químico brasileiro, e o Brasil abre o mercado interno aos europeus mais devagar, com defensivos e aditivos protegidos até 2036 ou 2041. O Brasil importa da UE muito mais do que exporta no setor: em 2025 foram US$ 5.541,8 milhões contra US$ 1.166,4 milhões.

11.206 empresas no BrasilImport. UE +5% · Export. UE +26%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para cosméticos, perfumaria e higiene

Desde 1º de maio de 2026, a UE zerou as tarifas sobre os óleos essenciais e quase todos os cosméticos brasileiros. Do lado brasileiro, perfumes, colônias, cremes de beleza e xampus europeus seguem pagando 18%, e o resto da concorrência europeia só chega à tarifa zero entre 2030 e 2041.

7.542 empresas no BrasilImport. UE +5% · Export. UE +52%
Guia gratuitaOportunidades e riscos

Acordo Mercosul–UE: o que muda para joias, ouro e pedras preciosas

Desde 1º de maio de 2026 a União Europeia cobra zero de tarifa sobre todas as joias, metais e pedras preciosas do Brasil. Do lado de cá, a proteção de 18% sobre joias europeias cai devagar: só zera em 2036 ou 2041, e alguns produtos ficam de fora.

6.328 empresas no BrasilImport. UE +15% · Export. UE +252%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para cachaça e destilados

O acordo abre a Europa para a cachaça engarrafada, com tarifa zero em 1º/1/2030, e cria uma cota sem tarifa para cachaça a granel que chega a 2.400 toneladas. No mesmo prazo, gim, vodca, licores e uísques europeus engarrafados perdem a tarifa de 20% no Brasil, e o Brasil já importa da UE seis vezes mais destilados do que exporta para lá.

2.876 empresas no BrasilImport. UE +29% · Export. UE -6%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para chocolate, cacau e doces

A União Europeia vai zerar até 1º/1/2036 as tarifas sobre o cacau em pó, a manteiga de cacau, o chocolate e os doces brasileiros, com cortes todo ano. No Brasil, o chocolate europeu continua pagando 18% a 20% fora de cotas, e a abertura chega devagar, ao longo de 14 a 15 anos.

2.867 empresas no BrasilImport. UE -22% · Export. UE -21%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para pescados e frutos do mar

Desde 1º de maio de 2026, a UE zerou a tarifa sobre a maior parte do pescado brasileiro. O Brasil, por outro lado, reduz devagar a tarifa sobre o peixe europeu e mantém a tilápia e várias conservas de fora. Hoje o setor compra da Europa muito mais do que vende: US$ 82,2 milhões em importações contra US$ 1,7 milhão em exportações em 2025.

1.567 empresas no BrasilImport. UE +34% · Export. UE +6%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para madeira e produtos de madeira

O Brasil vendeu US$ 671,6 milhões em madeira para a UE em 2025 e comprou só US$ 26,3 milhões de lá: o acordo abre mais a porta europeia do que a brasileira. A UE zera suas tarifas até 2033, e o Brasil reduz as suas devagar, a maior parte até 2036, com alguns produtos excluídos.

30.601 empresas no BrasilImport. UE +20% · Export. UE +33%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para calçados

Desde 1º de maio de 2026, a Europa zerou a tarifa sobre partes de calçado brasileiras, e o calçado pronto fica livre de imposto em etapas até 2036. Do lado brasileiro a abertura é bem mais lenta: quase um quarto das importações europeias fica de fora, e o resto só chega a zero entre 2035 e 2041.

13.589 empresas no BrasilImport. UE +13% · Export. UE -2%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para frutas e sucos

O Brasil vendeu US$ 2.373,5 milhões em frutas e sucos à União Europeia em 2025 e comprou de lá só US$ 93,5 milhões. Com o acordo, a Europa vai zerando tarifas sobre o produto brasileiro até 2036, mas frutas europeias como framboesas, mirtilos e kiwis já entram no Brasil sem tarifa desde maio de 2026.

8.283 empresas no BrasilImport. UE +9% · Export. UE -22%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para carne de frango e suína

A União Europeia abriu cotas com tarifa zero para a carne de frango do Mercosul e uma cota com tarifa reduzida para a carne suína. As cotas crescem até 2031. No Brasil, a tarifa sobre carnes e embutidos europeus cai aos poucos até 2030, 2034 ou 2036, mas hoje o Brasil importa muito pouco da UE nesse setor.

7.040 empresas no BrasilImport. UE -14% · Export. UE +472%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para couro e artefatos de couro

Para quem curte e exporta couro, o acordo é uma boa notícia. A UE zera as tarifas sobre o couro brasileiro, parte já em maio de 2026 e o resto até 1º/1/2030. Para quem fabrica bolsas, cintos e roupas de couro, quase nada muda no mercado interno: esses produtos europeus foram excluídos e continuam pagando 20% para entrar no Brasil.

6.531 empresas no BrasilImport. UE +8% · Export. UE +2%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para carne bovina

O acordo não dá tarifa zero à carne bovina brasileira na Europa. Ele cria cotas com tarifa de 7,5%, que crescem até 2031, enquanto o Brasil reduz aos poucos a tarifa sobre as carnes europeias, que hoje chegam em volume pequeno.

2.949 empresas no BrasilImport. UE +9% · Export. UE +75%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para café

O café verde já entrava na UE sem tarifa. A novidade do acordo está no café industrializado: torrado e solúvel brasileiros chegam à tarifa zero na Europa em 1º/1/2030. No mercado brasileiro, a tarifa sobre o café europeu cai mais devagar, e o torrado só zera em 2036.

2.881 empresas no BrasilImport. UE +12% · Export. UE -8%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para açúcar e etanol

Para açúcar e etanol, a Europa não abre o mercado por completo. Ela cria cotas com tarifa reduzida ou zero, e a de etanol cresce até 650.000 toneladas por ano a partir de 2031. No Brasil, a concorrência europeia é quase inexistente: o país importou só US$ 0,8 milhão do bloco em 2025.

1.367 empresas no BrasilImport. UE -38% · Export. UE +21%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para óleos vegetais e azeite

Desde 1º de maio de 2026 a União Europeia zerou a tarifa do azeite e de vários óleos brasileiros, e zera a maior parte dos demais até 1º/1/2030. Do lado brasileiro, a abertura é lenta: o azeite europeu só chega a tarifa zero pelo acordo em 1º/1/2041, e o óleo de rícino (mamona) fica fora.

1.071 empresas no BrasilImport. UE -4% · Export. UE +199%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para fumo e tabaco

O Brasil vendeu US$ 1.165,4 milhões em fumo e tabaco à União Europeia em 2025 e comprou de lá só US$ 12,9 milhões. Com o acordo, a tarifa europeia sobre o fumo em folha brasileiro cai até zero em 1º/1/2030, e a concorrência europeia no Brasil continua pequena.

586 empresas no BrasilImport. UE -2% · Export. UE -16%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para aeronaves e aeroespacial

Na Europa, as peças de aeronaves brasileiras (posição 8807) entram com tarifa zero desde 1º de maio de 2026. Aviões grandes, aviões pequenos e drones chegam a zero até 2030 ou 2033. No Brasil quase nada muda, porque 100% das importações europeias do setor em 2025 já entravam com tarifa zero.

156 empresas no BrasilImport. UE +6% · Export. UE -9%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para mineração

Para a mineração, o acordo muda pouco na tarifa: 99,7% do que o Brasil vendeu à UE em 2025 já entrava sem imposto de importação. Do lado brasileiro, as tarifas sobre minerais europeus são baixas (média de 3,5%) e vão a zero até 1º/1/2030 ou 1º/1/2034.

25.784 empresas no BrasilImport. UE +69% · Export. UE +70%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para celulose e papel

A União Europeia já não cobrava tarifa sobre a celulose e o papel brasileiros, então o acordo quase não muda o acesso ao mercado europeu. No Brasil, a tarifa sobre o papel europeu cai devagar, a maior parte só zera em 2036 ou 2041, e muitas embalagens e papéis ficam de fora.

10.573 empresas no BrasilImport. UE +12% · Export. UE +21%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para soja, milho e grãos

Para soja em grão e farelo, quase nada muda na Europa: 96,3% do que o setor vendeu à UE em 2025 já entrava com tarifa zero. As novidades reais são as cotas de milho e de arroz, a exclusão do trigo e uma abertura lenta do mercado brasileiro ao arroz europeu, que só fica livre de tarifa entre 2030 e 2036.

7.223 empresas no BrasilImport. UE -26% · Export. UE +27%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para brinquedos e artigos esportivos

No curto prazo, o acordo muda pouco para quem fabrica brinquedos e artigos esportivos no Brasil. A UE já cobrava tarifas baixas e zerou quase tudo em maio de 2026. Do lado brasileiro, muitos produtos ficaram de fora, e o resto só zera em 2036 ou 2041.

2.956 empresas no BrasilImport. UE +74% · Export. UE +11%
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Acordo Mercosul–UE: o que muda para petróleo e combustíveis

No setor de petróleo e combustíveis, quase todo o comércio com a União Europeia já tinha tarifa zero antes do acordo. As mudanças reais estão em alguns derivados, como gasolinas, querosene de aviação, parafinas, vaselina e óleos minerais brancos, com prazos até 2036.

2.603 empresas no BrasilImport. UE +174% · Export. UE +52%

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