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Acordo comercial · Islândia desde 1º/10/2026, Noruega desde 1º/11/2026
Acordo Mercosul–EFTA: o que é a EFTA, quando entra em vigor e o impacto em cada setor
O acordo de livre comércio entre Mercosul e EFTA (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) já vale com a Islândia e, a partir de 1º de novembro de 2026, com a Noruega. Na Suíça depende de um referendo. Os produtos industriais brasileiros entram sem tarifa desde o primeiro dia; o Brasil corta as suas tarifas aos poucos, em até 15 anos. Veja o que muda no seu setor.
Guias por setor
Acordo Mercosul–EFTA · lista oficial
Acordo Mercosul–EFTA: cronograma das tarifas do Brasil sobre produtos da Suíça, Noruega e Islândia
Lista pesquisável das 10.504 linhas NCM: quando a tarifa do Brasil sobre cada produto da EFTA chega a zero, categoria e tarifa base.
Acordo Mercosul–EFTA · lista oficial
Acordo Mercosul–EFTA: tarifas da Suíça, Noruega e Islândia para produtos brasileiros
Lista pesquisável das 6.233 linhas: como Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein tratam cada produto brasileiro no acordo Mercosul–EFTA.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para medicamentos e farmacêutico
O Brasil importou US$ 1.114,4 milhões em produtos farmacêuticos da EFTA em 2025 e exportou só US$ 4,6 milhões. Quase tudo isso passa pela Suíça, onde o acordo ainda não vale. Quando valer, a concorrência suíça no Brasil fica mais barata aos poucos, até 2041.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para plásticos e borracha
O acordo Mercosul–EFTA já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026. Lá, plásticos e borrachas brasileiros entram com tarifa zero, mas a Suíça, principal cliente do setor no bloco, ainda não aplica o acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para pescados e frutos do mar
O acordo já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026. Seus peixes, crustáceos e conservas entram sem tarifa nesses dois países. No Brasil, a tarifa de 9% sobre muitos pescados da EFTA cai aos poucos até zerar em 2030 ou 2034.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para chocolate, cacau e doces
O setor exporta muito pouco para a EFTA (US$ 0,2 milhão em 2025) e importa bem mais (US$ 36,9 milhões), quase tudo da Suíça. O principal efeito do acordo será a entrada de chocolate suíço com desconto, mas só dentro de cotas e só quando o acordo valer para a Suíça, o que ainda não aconteceu.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para máquinas e equipamentos
As máquinas brasileiras (capítulo 84) entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Noruega comprou US$ 163,0 milhões do setor em 2025. No Brasil, a tarifa sobre máquinas da EFTA cai devagar: a maior parte das importações só fica sem tarifa em 2035–2036, e a Suíça, maior fornecedora, ainda está fora do acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para equipamentos médicos e instrumentos
Equipamentos médicos e instrumentos do capítulo 90 entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Suíça, que comprou US$ 45,4 milhões dos US$ 52,3 milhões exportados pelo setor à EFTA em 2025, ainda não aplica o acordo, e as tarifas do Brasil sobre produtos da EFTA caem aos poucos, a maior parte até 2036.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para aço, siderurgia e metais
Aço, ferro, alumínio, cobre, níquel, zinco e outros metais brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Suíça, principal destino do setor, ainda não aplica o acordo. Ao mesmo tempo, o Brasil vai cortar aos poucos as tarifas sobre níquel, ferroligas, parafusos e conexões vindos da EFTA.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para eletroeletrônicos
Os produtos brasileiros do capítulo 85 entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil, a tarifa sobre os eletroeletrônicos desses países cai devagar, e a Suíça, de onde vem a maior parte das importações do setor, ainda não aplica o acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para produtos químicos e fertilizantes
Os produtos químicos e fertilizantes brasileiros (capítulos 28, 29, 31, 32 e 38) entram sem imposto na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil, a maior parte do que vem da EFTA já não pagava tarifa, e o restante cai aos poucos até 2041. A Suíça, de onde vem a maior parte das importações, ainda não aplica o acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para café
O café brasileiro entra sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. A Noruega foi o destino de US$ 105,6 milhões dos US$ 133,1 milhões que o setor exportou à EFTA em 2025. Na Suíça, que vende café ao Brasil, nada muda por enquanto, e a tarifa brasileira sobre o café europeu cai devagar, até 2034 ou 2036.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para petróleo e combustíveis
Os combustíveis e derivados de petróleo do capítulo 27 são tratados como produtos industriais e entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. No Brasil quase nada muda na concorrência, porque 99% do que o setor importou da EFTA em 2025 já pagava tarifa zero.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para fumo e tabaco
O acordo Mercosul–EFTA já vale na Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026, com tabaco brasileiro isento nos dois países. O principal cliente do setor, a Suíça, ainda não aplica o acordo, porque ele depende de um referendo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para soja, milho e grãos
Em 2025, todo o valor que o setor vendeu aos países da EFTA foi para a Noruega, onde o acordo vale a partir de 1º/11/2026. O Brasil não importou nada do setor desses países, então o acordo traz para você mais chance de vender do que concorrência nova.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para carne de frango e suína
O acordo Mercosul–EFTA abre cotas com tarifa zero para carne de aves e suína na Noruega a partir de 1º/11/2026 e, mais tarde, na Suíça, que é o principal comprador do setor. No Brasil, o risco de concorrência é baixo, porque as importações do setor vindas da EFTA foram nulas em 2025.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para couro e artefatos de couro
Quase todas as vendas do setor à EFTA vão para a Noruega, e lá couros e artefatos de couro entram sem tarifa a partir de 1º/11/2026. A concorrência da EFTA no Brasil é pequena, e a maior parte dela vem da Suíça, onde o acordo ainda não vale.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para frutas e sucos
O setor de frutas e sucos vendeu US$ 11,1 milhões aos países da EFTA em 2025 e comprou só US$ 0,1 milhão deles. O acordo já vale na Islândia e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026, o principal destino do setor. Na Suíça, o benefício ainda depende de um referendo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para madeira e produtos de madeira
Todo o capítulo 44 (madeira e artigos de madeira) entra sem imposto de importação nos países da EFTA a partir do primeiro dia de vigência. Hoje isso vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, na Noruega. Na Suíça, que concentra a maior parte das vendas do setor ao bloco, o acordo ainda não está em vigor.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para carne bovina
O acordo abre cotas sem tarifa para a carne bovina brasileira na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, o acordo prevê uma cota de 3.000 t, mas ele ainda não está em vigor por lá. O Brasil não importou carne bovina da EFTA em 2025, por isso a concorrência no mercado interno é quase nula.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para joias, ouro e pedras preciosas
Em 2025, o setor exportou US$ 1.566,4 milhões para os países da EFTA. Todo esse valor foi para a Suíça e quase todo era ouro em formas brutas, mas na Suíça o acordo ainda não vale. Na Islândia (desde 1º/10/2026) e na Noruega (a partir de 1º/11/2026), os produtos do capítulo 71 já entram isentos, mas hoje o setor não vende nada para esses dois países.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para aeronaves e aeroespacial
O acordo isenta de tarifa os produtos do capítulo 88 (aeronaves, drones e peças) nos países da EFTA. Ele já vale na Islândia desde 1º/10/2026 e passa a valer na Noruega em 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein ainda não há data. No Brasil, a tarifa sobre aeronaves e peças da EFTA já era zero, e o acordo apenas garante que ela continue assim.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para mineração
Minérios e produtos minerais brasileiros (capítulos 25 e 26) entram isentos na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Mas quase toda a exportação do setor à EFTA vai para a Suíça, onde o acordo ainda não vale.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cosméticos, perfumaria e higiene
O acordo já vale com a Islândia desde 1º/10/2026 e vale com a Noruega a partir de 1º/11/2026. Mas quase todo o comércio do setor com a EFTA é com a Suíça, onde o acordo ainda não está em vigor, e o Brasil vai reduzir as tarifas sobre cosméticos suíços devagar, em alguns casos até 2041.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para açúcar e etanol
Em 2025 o setor de açúcar e etanol exportou US$ 23,7 milhões aos países da EFTA, e US$ 23,4 milhões foram para a Suíça, onde o acordo ainda não vale e onde quase todo o açúcar ficou fora das concessões. Na Islândia (desde 1º/10/2026) e na Noruega (a partir de 1º/11/2026) há linhas isentas, mas são mercados em que o Brasil vende pouco hoje.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para automóveis e autopeças
Veículos e autopeças brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, que é o principal destino do setor, o benefício ainda não chegou, e no Brasil as peças vindas da EFTA ficam mais baratas aos poucos, a maioria só até 2034 ou 2036.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para têxteis e confecções
Os países da EFTA zeram desde o primeiro dia a tarifa sobre têxteis e roupas brasileiras, mas o acordo hoje só vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, na Noruega. A Suíça, que concentra quase todo o comércio do setor com a EFTA, ainda não aplica o acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para celulose e papel
Papel e celulose brasileiros entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, que em 2025 recebeu quase todas as vendas do setor ao bloco, o acordo ainda não vale, e no Brasil a tarifa sobre o papel europeu cai devagar: a maior parte só zera em 2034.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para vidro, cerâmica e materiais de construção
O acordo zera a tarifa dos países da EFTA para vidro, cerâmica, pedras e outros produtos dos capítulos 68, 69 e 70, mas hoje isso só vale na Islândia e, a partir de 1º/11/2026, também na Noruega. O comércio do setor com a EFTA é pequeno e quase todo com a Suíça, onde o acordo ainda não vale. Por isso o efeito imediato é baixo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para óleos vegetais e azeite
O comércio do setor com a EFTA é pequeno. Em 2025 foram US$ 2,2 milhões em exportações, quase tudo para a Noruega, e US$ 5,2 milhões em importações, todas da Suíça. O acordo já vale na Islândia, passa a valer na Noruega em 1º/11/2026 e ainda não vale na Suíça, de onde vem a concorrência.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para brinquedos e artigos esportivos
Seus brinquedos e artigos esportivos (capítulo 95) já entram sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e entram na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein o acordo ainda não vale, e o comércio do setor com esses países é pequeno nos dois sentidos.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para móveis
Os móveis brasileiros (capítulo 94) entram sem tarifa nos países da EFTA onde o acordo já vale: na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. O impacto é baixo porque o comércio do setor com o bloco é pequeno e quase todo com a Suíça, onde o acordo ainda não vale.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para massas, biscoitos e panificados
O acordo já vale com a Islândia e passa a valer com a Noruega em 1º/11/2026, mas o comércio do setor com a EFTA é pequeno e passa quase todo pela Suíça, onde o acordo ainda não vigora. Na exportação, a Islândia isenta todas as linhas do setor. No Brasil, a maior parte das importações da EFTA continua sem tarifa zero.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para calçados
O calçado brasileiro é tratado como produto industrial e entra isento na Islândia desde 1º/10/2026 e na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, o maior comprador do setor entre os países da EFTA, o acordo ainda não vale. No Brasil, a maior parte do calçado europeu desse bloco continua protegida pela tarifa normal.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para laticínios e queijos
Para laticínios e queijos, o acordo Mercosul–EFTA abre pouco espaço de exportação: quase todos os lácteos ficaram fora na Islândia e na Noruega, e a Suíça ainda não aplica o acordo. No Brasil, a mozarela ficou excluída e os demais queijos da EFTA só têm desconto dentro de uma cota de 990 toneladas por ano para todo o Mercosul.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cachaça e destilados
Desde 1º/10/2026 a cachaça e os demais destilados brasileiros entram sem tarifa na Islândia, e a partir de 1º/11/2026 também na Noruega. O comércio do setor com esses países ainda é muito pequeno, e a Suíça, que compra a maior parte, ainda não aplica o acordo.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para cervejas
A cerveja brasileira já entra sem tarifa na Islândia desde 1º/10/2026 e entrará sem tarifa na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça e em Liechtenstein o acordo ainda não vale, e o comércio do setor com esses quatro países foi praticamente zero em 2025.
Acordo Mercosul–EFTA: o que muda para vinhos
O acordo Mercosul–EFTA já zera a tarifa sobre o vinho brasileiro na Islândia (desde 1º/10/2026) e zera na Noruega a partir de 1º/11/2026. Na Suíça, onde está a principal novidade para o setor, uma cota de 50.000 hl de vinho tinto sem tarifa, nada muda até o acordo entrar em vigor lá, e isso ainda depende de um referendo.
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O calendário do acordo
- 16 de setembro de 2025Assinatura do acordo no Rio de Janeiro.
- 23 de setembro de 2026Promulgação no Brasil (Decreto nº 13.126).
- 1º de outubro de 2026Entra em vigor entre Brasil e Islândia.
- 1º de novembro de 2026Entra em vigor entre Brasil e Noruega.
- 1º de janeiro de 2027Segundo corte das tarifas brasileiras; depois, um corte a cada 1º de janeiro.
- Sem dataSuíça e Liechtenstein: dependem do referendo suíço e dos procedimentos nacionais.
Como funciona o acordo
O acordo vale país a país: as preferências só se aplicam entre o Brasil e os países da EFTA onde ele já está em vigor. Hoje isso é a Islândia; a partir de 1º de novembro de 2026, também a Noruega. Na Suíça, o parlamento aprovou, mas foi lançado um referendo; Liechtenstein segue a Suíça.
Do lado da EFTA, tudo vale desde o primeiro dia: os produtos industriais e pescados brasileiros entram sem tarifa, e os agrícolas têm tratamento produto a produto, com cotas. Do lado do Brasil, as tarifas sobre os produtos da EFTA caem aos poucos, em categorias de 0 a 15 anos, e 594 linhas ficam excluídas.
Perguntas frequentes
O que é a EFTA?
A EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio) reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, países europeus que não fazem parte da União Europeia.
Quando o acordo Mercosul–EFTA entra em vigor?
Entre Brasil e Islândia vale desde 1º/10/2026 e entre Brasil e Noruega desde 1º/11/2026. Na Suíça o parlamento aprovou, mas foi lançado um referendo; Liechtenstein segue a Suíça. No Brasil o acordo foi promulgado pelo Decreto nº 13.126, de 23/09/2026.
O que muda para as exportações brasileiras?
Do lado da EFTA, tudo vale desde o primeiro dia: produtos industriais e pescados entram sem tarifa, e os agrícolas têm tratamento produto a produto, com cotas. Segundo o MDIC, quase 99% das exportações brasileiras para a EFTA ficam em livre comércio.
E as importações da Suíça e da Noruega?
O Brasil corta as suas tarifas sobre produtos da EFTA aos poucos, em categorias de 0 a 15 anos, com um corte a cada 1º de janeiro; 594 linhas tarifárias ficam excluídas.
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Fontes
- Acordo de Livre Comércio Mercosul–EFTA e Anexos II a V
- Decreto nº 13.126, de 23/09/2026
- Portaria SECEX nº 544/2026
- MDIC — manual de desgravação tarifária do acordo
- ComexStat/MDIC — comércio com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein
- Receita Federal — cadastro CNPJ
